Este tema não faz parte de um filme de ficção científica, é a necessidade de planeamento da forma como gerimos as pessoas. Face às tendências atuais até 2030, a IA vai continuar a redesenhar as funções, e não só a substituí-las.
Mas, existe uma boa notícia! Quem se preparar melhor agora, adapta-se sem grandes problemas. Ficam aqui algumas dicas por onde começar:
- Aposte em competências que a lA não consegue duplicar
- Redesenhe funções, não apenas as tarefas
- Trate a literacia em IA como uma competência básica a melhorar
- Antecipe a reconversão, não espere pela crise bater à porta
- Cuide da confiança das equipas
- Reveja processos de decisão, não só ferramentas
O pensamento crítico, a negociação, a liderança emocional e a criatividade continuam a ser uma vantagem humana. Invista em formação nestas áreas antes de investir em mais ferramentas.
Em vez de perguntar "que tarefas a IA substitui?", pergunte - "como é que esta função fica mais valiosa com IA para apoiar o trabalho repetitivo?". A diferença está na perspetiva de como as coisas são pensadas.
Saber usar ferramentas de IA de forma crítica vai ser tão importante como saber usar o Excel ou o Word há 20 anos atrás. Comece a normalizar essas capacidade de uso da IA nas equipas o mais depressa possível.
Empresas que fazem upskilling contínuo evitam despedimentos à última hora. Mapeie as funções que vão mudar mais e comece a preparar essas pessoas com um ano de antecedência.
O medo da substituição gera resistência e medos silenciosos. A comunicação transparente sobre o que a IA vai (e não vai) fazer, reduz a ansiedade e aumenta o compromisso.
Introduzir a IA sem rever quem decide o quê cria confusão. Clarifique responsabilidades: o que a IA sugere, o que a pessoa decide e a sua responsabilidade em faze-lo.
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